Os métodos tradicionais para detecção de bactérias requerem a coleta e análise de amostras de tecido. Os cientistas esperam
Os sensores são baseados em carbono modificadonanotubos com diâmetro inferior a um nanômetro. Se forem irradiados com luz visível, emitem luz na faixa do infravermelho próximo. O comprimento de onda neste caso é de 1000 nanômetros ou mais. O brilho fluorescente muda quando os nanotubos colidem com certas moléculas. Como as bactérias secretam uma mistura característica de moléculas, a luz emitida pelos sensores indica a presença de certos patógenos.
No futuro, esta investigação servirá de base paradetecção óptica de infecções em implantes inteligentes, uma vez que a amostragem não será mais necessária. Isto permitirá detectar rapidamente o processo de cicatrização ou uma possível infecção, o que levará a um melhor atendimento ao paciente, explicam os cientistas. Por exemplo, é possível um diagnóstico mais rápido de sepse em hemoculturas.
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