Os resultados mostram que as densidades populacionais de baleias estimadas por satélite eram cerca de um terço daquelas
Pesquisadores da Universidade da Califórnia emSanta Cruz está colocando uma etiqueta nas baleias jubarte ao largo da Península Antártica Ocidental para registrar o movimento e detectar mergulhos. Os estudos foram realizados de acordo com NMFS Permit 23095, ACA Permit 2015-014 e IACUC Friea1706. Crédito: British Antarctic Survey.
O estudo foi realizado na Antárticaa península, principal forragem de verão para muitas espécies de baleias de barbatanas. Imagens de satélite da área do Estreito de Gerlache, cobrindo aproximadamente 1000 km², foram adquiridas ao longo de um período de dois dias e comparadas com o levantamento anual do Programa Antártico Brasileiro de baleias marinhas que está sendo realizado ao mesmo tempo.
As imagens de satélite fornecem uma maneira viável de coletar grandes quantidades de dados de avistamento de baleias, com a capacidade de estimar as densidades de baleias em escalas espaciais e temporais incomparáveis.
Connor Bamford, principal autor do estudo, é ecologista da Universidade de Southampton
Embora este seja um método novo e ainda tenhamos muito trabalho a fazer,Esperamos que isto abra caminho para novos desenvolvimentos que proporcionem meios de baixo custo de recolha de dados sobre baleias no futuro. Isto complementará as observações existentes e apoiará o trabalho em regiões remotas para proteger as populações de baleias e as suas áreas de alimentação.
Novas técnicas oferecemrecursos, mas também exigem testes rigorosos antes de entrarem em vigor. Um dos desafios é a capacidade de contar baleias subaquáticas. Outros trabalhos estão em andamento usando ferramentas de aprendizado de máquina para ajudar a identificar baleias a partir de imagens de satélite.
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