A intensidade e plausibilidade da realidade virtual (RV) afeta negativamente o estado de 30-80%
Para entender como as novas tecnologias afetam nossos corpos, pesquisadores da Universidade de Maryland registraram a atividade cerebral de usuários de realidade virtual usando eletroencefalografia (EEG).
Existem várias teorias sobre a origem das doenças cibernéticas,entretanto, ainda não existe uma forma sistemática e quantitativa de estudá-lo. Novas pesquisas podem ajudar a tornar a realidade virtual acessível a uma população mais ampla.
No novo trabalho, os autores conseguiram estabelecera correlação entre a atividade cerebral registrada e os sintomas relatados por voluntários. Isso ajudará psicólogos cognitivos, desenvolvedores de jogos e terapeutas a aprender mais sobre e prevenir doenças cibernéticas.
Os participantes também relataram seu nível de desconforto em tempo real usando um joystick.Isso ajudou os pesquisadores a determinar qual momento desencadeou o aumento dos sintomas negativos.
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