É provável que as drogas à base de nanopartículas sejam mais eficazes do que os tratamentos atuais.Contudo
Para resolver esse problema, os autores do trabalho apresentaram uma combinação única de técnicas de microscopia que permitem um olhar mais detalhado sobre os efeitos biológicos que ocorremao utilizar nanopartículas.
Os métodos dos pesquisadores permitiram ver diferenças importantes entre partículas expostas e não expostas ao plasma humano.
É tudo sobre os chamados bits biológicos:eles se fixam à nanopartícula, criando um revestimento chamado corona (não confundir com um novo tipo de coronavírus). Esta coroa contém informações sobre como as nanopartículas interagem com as moléculas do paciente.
Os autores do trabalho acreditam que essas partículas podemfuncionam como ferramentas de diagnóstico, não como drogas. Em vez de tentar curar doenças com nanomedicina, as partículas são adequadas para a detecção precoce de doenças, em particular câncer e doenças neurodegenerativas.
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