Uma tecnologia para imagens ultranítidas de células humanas foi desenvolvida

Ученые из Института передовых наук и технологий Бекмана разработали новую технологию визуализации клеток.

С помощью инфракрасной спектрометрии с нулевым отклонением они создают изображения в наномасштабе — в 100 тыс. раз тоньше человеческого волоса.

В то время как оптическая микроскопия использует видимый свет для отображения таких особенностей поверхности, как цвет и структура, химическая визуализация использует невидимый инфракрасный свет, чтобы выявить внутреннюю работу образца, объясняют ученые. 

Quando a célula é expostaRadiação IR, sua temperatura sobe e se expande. Ao mesmo tempo, cada tipo de molécula absorve a luz infravermelha com um comprimento de onda ligeiramente diferente e emite assinaturas químicas únicas. Estudar os padrões de absorção – uma técnica chamada espectroscopia – permite que os pesquisadores identifiquem a localização exata de cada um.

Abordagens tradicionais para a melhoria da qualidadeA espectrometria concentrou-se em aumentar constantemente a potência dos comprimentos de onda IR originais. Mas à medida que a potência aumenta, o ruído também aumenta, o que impede a criação de uma imagem nítida, dizem os autores da nova tecnologia. É como um rádio sintonizado fuzzy: ao aumentar o volume, o ouvinte também aumenta o ruído.

Em vez de aumentar a força do sinal,os cientistas se concentraram em se livrar do ruído. Eles desenvolveram um sensor que separa o sinal IR do movimento do detector, permitindo que ele seja amplificado sem adicionar ruído. O estudo mostrou que o sensor desenvolvido melhora a relação sinal-ruído em cerca de 24 vezes em comparação com as tecnologias atuais.

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