Depois que o asteróide colidiu com o DART, tornou-se como um cometa. Cientistas mostraram como é

Dois dias depois que a sonda DART atingiu o asteroide, os astrônomos Teddy Careta, do Observatório Lowell, e Matthew Knight

da Academia Naval dos EUA observou uma enorme pluma de poeira e detritos ejetados da superfície de Didymos.

Para as observações, os cientistas usaram o Southern Telescope for Astrophysical Research (SOAR), de 4,1 metros, do Observatório Interamericano NSF NOIRLab, de Cerro Tololo, no Chile. Na nova imagem, é possível ver um rastro de poeira — uma ejeção empurrada para trás pela pressão da radiação solar.Não é muito diferente da cauda de um cometa e se estende do centro à borda direita do campo de visão. Os astrônomos também usaram um espectrógrafo Goodman de alto rendimento para observações.

Foto: National Science Foundation/NOIRLab

"É incrível como conseguimos capturar claramente a estrutura e a magnitude das consequências nos primeiros dias após o impacto", disse um dos astrônomos.Os cientistas planejam continuar usando o SOAR para monitorar as emissões nas próximas semanas e meses.

Eles permitirão que os cientistas aprendam mais sobre a natureza da superfície de Dimorphos, quanto material foi ejetado na colisão, com que rapidez isso aconteceu e a distribuição do tamanho das partículas na nuvem de poeira em expansão.

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