Dados oficiais das autoridades brasileiras mostraram um grande aumento no número de incêndios nas florestas amazônicas em julho de 2020.
Os ativistas observam que o presidente ZhairBolsonaro incentiva atividades agrícolas e de mineração na Amazônia - esta é a principal razão para as queimadas. Ao mesmo tempo, sob pressão de investidores internacionais, no início de julho de 2020, o governo proibiu os fogos artificiais para mineração.
Esses números preocupam os ativistas - elespreocupado que a escala dos incêndios pudesse atingir os níveis registrados em agosto e setembro de 2019. “Este é um sinal terrível”, disse Ane Alencar, diretora do Instituto Brasileiro de Pesquisas Ambientais da Amazônia. "Esperamos que o número de incêndios só aumente em agosto e setembro para ser ainda pior."

Incêndios florestais. A situação continua difícil no Extremo Oriente, nos Urais e na Sibéria
De acordo com as conclusões do Instituto, entre a eleição de ZhairBolsonaro o presidente do país e os incêndios nas florestas têm uma conexão direta. O relatório observa que cada vez mais negócios no cinturão florestal vão para as mãos da máfia, e eles não cumprem as regras de exploração dos recursos naturais. Em 2019, após grandes incêndios, as autoridades brasileiras tomaram medidas parciais para combater o desmatamento, mas neste ano, as autoridades reguladoras não estão monitorando o cumprimento da lei.
Alencar acrescentou que as florestas amazônicas afetamcombate às mudanças climáticas - esta área absorve uma grande quantidade de carbono da atmosfera. Se a humanidade perder florestas, as mudanças climáticas irão se acelerar, levando à destruição de outros ecossistemas em todo o planeta.
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