Num novo estudo, os cientistas descobriram que algumas espécies de anfíbios brilham quando expostas à luz azul -
Isto aplica-se, por exemplo, às salamandras tigre,que, quando expostos à irradiação, ficam cobertos de manchas verdes brilhantes. O estilingue Chak fica coberto de listras de uma cor azul venenosa e, sob a luz azul, não só a pele da salamandra marmorizada começa a brilhar, mas também os dedos dos pés.
Um novo tipo de biofluorescência descoberta por cientistasocorre apenas quando a luz azul atinge um anfíbio, cuja pele e ossos, no caso da salamandra marmorizada, absorvem esse comprimento de onda e emitem um comprimento de onda diferente, que geralmente corresponde averde elétrico.

Este efeito é diferente do habitual.bioluminescência, na qual um animal produz sua própria luz através de processos químicos ou das bactérias simbióticas luminosas que vivem em seu corpo. É precisamente a luminescência resultante da irradiação.

Os pesquisadores estudaram 32 espécies de anfíbios - incluindo oito em cada 10 famílias de salamandras, e descobriram que cada espécie brilha - algumas fortemente, outras menos.
Que ninguém ainda viu o brilho,os cientistas explicam que a visão humana pode perceber uma parte muito pequena do espectro eletromagnético, chamada luz visível. Essa luz nos permite ver cores do vermelho ao roxo, mas outras ondas, do infravermelho ao ultravioleta e ondas de rádio, são invisíveis aos nossos olhos.
Cada espécie tem sua própria maneira de perceber o mundo— as abelhas, por exemplo, podem ver a luz ultravioleta, que muitas flores emitem para atrair insetos. Este também é o caso dos anfíbios: pesquisas recentes mostraram que eles possuem um sistema de visão que os ajuda a distinguir cores em condições de pouca luz. Portanto, quando os anfíbios estão ativos nas horas frias da noite, eles podem brilhar intensamente uns para os outros.
Cientistas anterioresdescobrique os girinos superam a tensão superficial do líquido sugando as bolhas de ar.