Um novo algoritmo estuda padrões no momento dos crimes e suas localizações com base em
Dentro de um modelo separado, a pesquisaA equipe também estudou a resposta da polícia aos crimes analisando o número de prisões após os incidentes e comparando essas taxas entre distritos com diferentes níveis socioeconômicos. Eles viram que o crime em áreas mais ricas levou a mais prisões, enquanto menos prisões foram feitas em áreas desfavorecidas. Isso fala de preconceito policial.
A ferramenta foi testada em Chicago para duas categorias de crimes:
- crimes violentos (assassinatos, agressões e espancamentos),
- crimes contra o patrimônio (roubos, furtos e roubos de veículos).
A equipe explorou essas ofensas, pois é mais provável que elas sejam denunciadas à polícia. Esses crimes também são menos suscetíveis ao viés da aplicação da lei.
O novo modelo separa os crimes uns dos outros. Ele analisa as coordenadas de tempo e espaço de eventos individuais para encontrar padrões para prever o futuro.
O modelo divide a cidade em setores e prevê o nível de criminalidade dentro desses limites em vez de usar os limites tradicionais.
A equipe observa com cautela que a precisãoferramenta não significa que deva ser usada como um guia para a aplicação da lei. Em vez disso, é aconselhável adicioná-lo ao conjunto de ferramentas de políticas municipais e estratégias policiais para combater o crime.
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