Segundo os cientistas, esses são vestígios pelos quais a morte das estrelas pode ser registrada.
O espaço entre as estrelas não é
Como essas nuvens se formam, interagem edesaparecer, não é totalmente compreendido. Assim, uma equipe de astrônomos liderada por Juan Diego Soler, do Instituto Nacional Italiano de Astrofísica (INAF), começou a estudar as estruturas encontradas no hidrogênio atômico neutro.
A equipe usou dados coletados pelo projeto HI4PI, que realizou uma pesquisa em todo o céu para mapear o hidrogênio atômico neutro em toda a Via Láctea.
Com base nesses dados, a equipe usouum algoritmo que é comumente usado para analisar fotografias de satélite para revelar pequenas estruturas em hidrogênio que seriam impossíveis de identificar a olho nu.
Essas estruturas pareciam filamentos finos de gás e eram principalmente paralelas ao plano da galáxia.
Segundo a equipe, estes são provavelmente restos deum grande número de explosões de supernovas. Como resultado desse processo, o gás sobe e se formam bolhas, que estouram ao atingir a escala característica do plano galáctico.
Isso, diz a equipe, pode mudar o conhecimento dos cientistas sobre como funcionam os processos dinâmicos que formaram o disco da Via Láctea.
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