Astrônomos estudam dados antigos e encontram mais de meio milhão de novos asteróides

Uma dupla de astrónomos descobriu e classificou meio milhão de novos asteróides, informação sobre a qual está disponível em

dados antigos, mas pesquisadores anteriores não conseguiram descobri-los. Descobrir exatamente de onde vieram estes objetos pode ter implicações importantes para a compreensão das propriedades do início do Sistema Solar.

Alexey Sergeev e Benoit Curry da UniversidadeA Côte d'Azur, na França, descobriu os objetos analisando automaticamente imagens do Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Trata-se de um projeto de grande envergadura, cujos resultados foram apresentados em 2020. Os cientistas coletaram dados por mais de 20 anos usando um telescópio no Observatório Apache Point (Novo México, EUA).

Com base nos dados coletados, os astrônomos criaram mapas cada vez mais detalhados do cosmos. O resultado do estudo foi um enorme mapa tridimensional que cobre toda a história da formação do Universo.

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Como resultado da análise, os cientistas lançaram um catálogo de1,5 milhão, consistindo de 1.036.322 observações de 379.714 objetos espaciais conhecidos e únicos. No entanto, eles também encontraram 506.000 objetos em movimento que eram anteriormente desconhecidos para os cientistas. A integridade do catálogo é estimada em cerca de 95%, e a pureza é superior a 95% para objetos espaciais conhecidos.

Os cientistas acrescentaram que os pequenos corpos do sistema solar(asteróides, cometas) são usados ​​para limitar as opções de origem e evolução do sistema solar. Sua distribuição orbital e distribuição de composição são necessárias para rastrear o caminho dinâmico das regiões de sua formação até sua localização atual.

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