O sistema CRISPR evoluiu como um mecanismo para proteger bactérias contra vírus. Pesquisadores da Universidade do Norte
Em testes de laboratório, bacteriófagosentregou genes à bactéria E. coli que a fez brilhar e controlou a resistência da bactéria aos antibióticos. Os pesquisadores também demonstraram a capacidade dos vírus de fornecer um editor de base de citosina para células bacterianas.
Esta ferramenta não quebra a fita de DNA como Cas9, mas muda apenas uma letra na sequência de DNA. Esse sistema permite fazer alterações pontuais, desativando genes bacterianos individuais, sem violar a integridade do restante do genoma.
Usamos o editor base como uma espécie deinterruptor programável para genes de E. coli. Com esse sistema, podemos fazer alterações altamente precisas de uma única letra no genoma sem quebrar o DNA.
Matthew Netheri, principal autor do estudo
Os geneticistas também testaram o sistema CRISPR-Casem um ambiente natural simulado. Eles usaram um ecossistema artificial (EcoFAB), carregando um tanque com solo sintético feito de areia e quartzo, líquido e três tipos diferentes de bactérias, incluindo E. coli.
O estudo mostrou que os bacteriófagos podemencontram efetivamente suas presas, infectando até um quarto da população de todas as bactérias. Isso significa que o conceito proposto pode ser usado para edição de genes em massa em comunidades naturais complexas, dizem os cientistas.
Consulte Mais informação:
Cientistas confirmam a teoria da gravidade alternativa: por que ela muda a física
Um impacto maciço de um objeto espacial desencadeou o campo magnético da Terra
Coração de porco bate mais devagar após transplante para humano