Cientistas do Centro Max Planck de Física e Medicina e do Centro Alemão de Imunoterapia estudaram amostras de sangue de 55
Encontramos mudanças significativas na rigidez dos linfócitos, tamanho dos monócitos, tamanho e deformabilidade dos neutrófilos, e heterogeneidade na alteração e tamanho dos glóbulos vermelhos.
Texto de pesquisa
Como resultado, descobriu-se que os pacientes comcom coronavírus ou aqueles que já estavam doentes, os linfócitos eram muito mais macios do que os de participantes saudáveis no experimento. Portanto, eles, em particular, se deformavam com mais facilidade. Outras células sanguíneas - monócitos - no primeiro grupo aumentaram de volume.
Essas mudanças, observam os autores, podem prejudicar a circulação sanguínea e contribuir para a hipoxemia - um baixo teor de oxigênio no sangue.
Os autores sugerem que tais alterações podem revelar infecção por coronavírus, por exemplo, de forma latente.
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