Pesquisadores do Instituto Nacional Americano de Padrões e Tecnologia (NIST) usam dados sobre
Roteadores Wi-Fi estão constantemente transmitindoum sinal eletromagnético na faixa de radiofrequência, explicam os cientistas. Essa radiação é refletida ou transmitida por tudo ao redor: paredes, móveis e até pessoas. O movimento de uma pessoa na sala e até mesmo a simples respiração alteram levemente o caminho do sinal do roteador para o dispositivo do usuário.
Os pesquisadores usaram um manequim médico que simula problemas respiratórios para investigar como os distúrbios afetam o sinal Wi-Fi. Imagem: R. Jacobson/NIST
Pesquisadores desenvolveram um algoritmo paraTreinamento BreatheSmart, que pode analisar essas mudanças mínimas e medir a taxa de respiração da pessoa. Para avaliação, o programa usa dados de estado de link (CSI), que é um conjunto de sinais enviados de um cliente (como um telefone celular ou laptop) para um ponto de acesso (como um roteador).
O sinal CSI enviado pelo dispositivo clienteé sempre o mesmo, e o ponto de acesso que recebe esses sinais sabe como eles devem ser. Mas, à medida que os sinais CSI se propagam pelo ambiente, eles ficam distorcidos quando rebatem em objetos ou perdem sua força. O ponto de acesso analisa a quantidade de distorção para corrigir e otimizar o canal.
Os pesquisadores modificaram o firmwareroteador para consultar esses fluxos com mais frequência, até 10 vezes por segundo, para obter uma imagem detalhada de como o sinal está mudando. Como o conjunto de dados é mínimo, tais mudanças não afetam a velocidade de acesso à Internet, observam os autores do trabalho.
O algoritmo de inteligência artificial processa todo o conjunto de dados recebidos e pode detectar anormalidades como falta de ar, respiração rápida ou chiado nos pulmões.
Consulte Mais informação:
Engenheiro de 17 anos criou um motor sem ímã: pode ser usado em veículos elétricos
Uma onda de choque do Sol abriu uma rachadura no campo magnético da Terra
Descobriu-se quantos anos a água que bebemos hoje