Biólogos da Universidade de Washington em St. Louis usaram métodos estatísticos para rastrear
Uma nova pesquisa mostra pela primeira vez queAs relações borboleta-planta não mudaram por milhões de anos, disse a primeira autora Mariana Pires Braga, uma assistente de pesquisa no laboratório de Michael Landis.
Para modelar como a relação entre borboletas e plantas se desenvolve, eles usaram dados sobre a origem e os caminhos evolutivos de 66 gêneros de Pieridae e 33 famílias de angiospermas.
Sabemos que essas relações são o resultado de uma longa história co-evolutiva.
Mariana Pires Braga, primeira autora da obra
No novo trabalho, os autores fizeram análises estatísticasmodelos que reconstroem inferências sobre a história coevolutiva que ocorreu há milhões de anos. Novos métodos computacionais e estatísticos atribuem um nível de probabilidade a cada versão da relação borboleta-polinizador para que os cientistas possam escolher as mais prováveis.
Os autores descobriram que na relação entre borboletase os tipos de plantas têm um relacionamento longo. Esse é um tipo de mecanismo de memória no qual as borboletas aumentam o número de plantas hospedeiras que polinizam, isso pode acontecer mesmo após milhões de anos sem polinização. Esse comportamento aumenta suas chances de sobrevivência.
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