China pede a ex-militares e membros do Partido Comunista que defendam a montagem do iPhone

Numa altura em que o mundo inteiro quase regressou à vida normal após a pandemia, a China continua a operar

medidas e restrições draconianas.Além disso, a sua absurda miopia levou ao facto de o governo chinês ter de lançar um pedido de ajuda aos antigos militares e membros do Partido Comunista, a quem é pedido que “ajudem a reiniciar a produção do iPhone”; na cidade de Zhengzhou. O fato é que ali fica a fábrica da Foxconn, que produz metade dos volumes mundiais de iPhone, onde ocorreu um grave escândalo em outubro.

Os funcionários estavam literalmente trancados dentro da empresa,por isso tiveram que fugir pulando cercas. É claro que isto foi seguido por demissões em massa, e a fábrica enfrentou uma grave escassez de trabalhadores. Como observa o diretor de um grupo chinês de direitos laborais, “é muito raro ver recrutamento em massa com uma utilização em tão grande escala do poder governamental”, o que pode indicar uma situação deplorável. Além disso, a Foxconn ofereceu aos funcionários que deixaram a fábrica um bônus único de 500 yuans (cerca de US$ 70) para retornar, e também aumentou os salários por hora em 70 centavos. Mas mesmo estas medidas, como vemos, não surtiram o efeito esperado.

    ©Vladimir Kovalev.

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