Os cientistas observaram que, no quinquagésimo dia da epidemia, o número de casos confirmados era de cerca de 30 mil.
Os pesquisadores usaram uma combinação de relatórios sobreinfecções, dados de movimento e informações sobre intervenções das autoridades. Os cientistas estudaram o movimento de 4,3 milhões de pessoas de Wuhan antes da proibição de viajar, os tipos e o momento das medidas de controle nas cidades chinesas, bem como o número de casos de COVID-19 registrados em cada cidade.

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O modelo de equipe também analisou outrasas conseqüências da restrição de movimentos em Wuhan e constatou que atrasava a propagação do vírus para outras cidades por vários dias. "Esse atraso proporcionou tempo extra para a preparação do COVID-19 em mais de 130 cidades", disseram os cientistas.
Em outras cidades, grandesreuniões, instalações de entretenimento fechadas e transporte público parado. Lá, durante a primeira semana de propagação do vírus, 33% menos casos confirmados foram registrados do que nas cidades onde essas medidas não foram tomadas.
Anteriormente, as autoridades chinesas anunciaram o fim da epidemiaCOVID-19 no país. A propagação da infecção por coronavírus na China foi geralmente interrompida. Eles observaram que o número de pessoas infectadas pelo coronavírus no país não ultrapassa 3 mil pessoas.