Uma equipe de pesquisadores japoneses liderada por Miyuki Kaneko, da Universidade Keio, usou dados do telescópio
Forma curva de uma nuvem de gás molecular na formao girino é uma evidência de que ele se estende ao orbitar um objeto maciço e compacto. O único problema é que não há objetos brilhantes no centro da órbita do girino que possam ser grandes o suficiente para mantê-lo gravitacionalmente. O melhor candidato para este objeto maciço, compacto e invisível é um buraco negro.
Ilustração do espaço "girino"
Como os buracos negros não emitem luz,a única maneira de detectá-los é quando eles interagem com outros objetos. Isso deixa os astrônomos no escuro sobre quantos buracos negros e em que faixa de massas podem estar à espreita na Via Láctea.
Agora a equipe planeja usar o ALMA,um conjunto de radiotelescópios localizados no deserto de Atacama, no Chile, para procurar sinais fracos de um buraco negro ou outro objeto no centro gravitacional da órbita de um girino.
Consulte Mais informação:
Uma explosão poderosa irrompeu no Sol: já afetou a Terra
Fortaleza medieval descoberta acidentalmente na floresta: o achado surpreendeu os cientistas
Cientistas descobriram uma nova doença genética em crianças: como ela se manifesta