Nova pesquisa da Universidade Rutgers destaca a necessidade de proteger o meio ambiente
Os planos de conservação devem levar em conta a disponibilidade de frutas em áreas da floresta que os orangotangos podem ter que ocupar, já que o desmatamento continua em toda a sua extensão, dizem os cientistas.
Os pesquisadores mediram a creatinina, um produtoatividade vital gerada pela ruptura muscular na urina de um orangotango selvagem, para estimar quantos músculos os primatas tinham quando havia poucos frutos, em comparação com quando havia muitos. A diferença foi enorme.
As descobertas destacam que qualquer interrupção no fornecimento de frutas pode ter consequências desastrosas para sua saúde e sobrevivência.
Os orangotangos pesam cerca de 82 kg e vivem até 55 anos emnatureza selvagem. O desmatamento associado à exploração madeireira, produção de óleo de palma e polpa de papel e caça representam uma ameaça para os orangotangos, cujos números diminuíram drasticamente nas últimas décadas.
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