Cientistas do Instituto Rosalind Franklin e da Universidade de Oxford comprovaram a existência do mecanismo
No processo de pesquisa, foi utilizado o método de espectroscopia de ressonância magnética nuclear, juntamente com a visualização detalhada do vírus. O novo método foi chamado de análise de transferência de saturação universal.
Descobriu-se que o COVID-19 se liga ao siálicoácidos encontrados na superfície das células humanas. A primeira cepa do coronavírus, Wuhan, provavelmente possuía essas propriedades. As cepas subsequentes "Delta" e "Omicron" não possuem tais qualidades. Esses vírus se ligam às proteínas ACE2 usando picos no envelope.
A teoria desse mecanismo já existia antes, mas não foi comprovada por ninguém. Graças a esses estudos, os especialistas puderam dar uma resposta afirmativa.