Startup do Vale do Silício propõe usar lixo nuclear e nanodiamantes na produção
As baterias nucleares podem durar centenas ou atémilhares de anos. Assim, ao extrair elementos radioativos do lixo nuclear e envolvê-los em diamantes por meio de deposição química de vapor, é possível transformar o diamante em uma espécie de conversor que transforma radiação em eletricidade.
Essas baterias nucleares podem alimentar todos os dispositivos eletrônicos que usamos hoje. De smartwatches e fones de ouvido a carros, drones e até robôs.
O NDB está atualmente envolvido emdesenvolvimento de baterias de nanodiamantes. Segundo Nima Golsharifi, CEO do NDB, o princípio de funcionamento dessas baterias é semelhante ao solar, mas as baterias de nanodiamantes geram eletricidade emitindo materiais radioativos, não a luz solar.
O NDB fez uma extensa pesquisa paracertifique-se de que suas baterias são eficientes na produção de telefones e carros. De muitas maneiras, eles não produzem radiação ou emissões nocivas. As baterias nucleares, feitas de diamantes quase indestrutíveis, provavelmente são mais seguras do que as baterias de íons de lítio, diz a empresa.
O NDB já testou o conceito e pretende ter um produto funcional pronto até 2023.