Os pesquisadores disseram que sua nova abordagem de projéteis poderia fornecer o método mais rápido, fácil e barato
As usinas nucleares modernas emitemenergia dividindo átomos em reações de fissão. Os reatores de fusão liberam energia da mesma forma que o sol – eles empurram os átomos uns contra os outros com tanta força e rapidez que eles se fundem.
A maioria dos grandes projetos de fusão emCom base em tokamaks e stellarators, eles operam em temperaturas ultra-altas, mais altas do que no núcleo do Sol, bem como em plasma magneticamente limitado. Isso é necessário para fazer os átomos se moverem rapidamente.
A First Light Fusion disse que elesuma abordagem completamente diferente que não requer lasers ou ímãs caros e poderosos. Precisamos de velocidade hipersônica: lança um projétil em um alvo em queda. Este último é projetado para criar ondas de choque em colapso bem afinadas. Além disso, essas ondas formam uma pressão quase um bilhão de vezes maior que a pressão atmosférica: é alta o suficiente para explodir pequenas pelotas de combustível de deutério em alta velocidade. Isso ajudará a iniciar reações termonucleares.
Segundo os pesquisadores, o projétil voa a uma velocidade de cerca de 6,5 km/s, ou 23.400 km/h.
A empresa diz que é uma tecnologia relativamente simples que pode gerar energia que custa menos de US$ 50/MWh.
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