De acordo com o Serviço Federal deHidrometeorologia e Monitoramento Ambiental (Roshydromet), no período de 1999 a 2017 na Rússia, o número de eventos climáticos perigosos aumentou em mais de três vezes e meia.
Em 2017, Roshydromet publicou um relatório,segundo o qual “ao longo do século 21, no território da Rússia, é provável que haja um aumento na severidade da precipitação na forma de aguaceiros ou nevascas individuais, um aumento no número de inundações e inundações graves, ventos tempestuosos e flutuações climáticas na forma de uma série de períodos frios e quentes.”
Especialistas do Greenpeace com referência a outroUm relatório da Roshydromet de 2014 indicou que havia uma probabilidade de 95% de que a actividade humana fosse a causa dominante do aquecimento global. Além disso, no futuro, a influência antropogénica irá alterar cada vez mais a temperatura na Terra.
A Rússia é o quinto país do mundo para o homememissões de gases de efeito estufa, enquanto o país ainda não ratificou o Acordo de Paris sobre o Clima e não começou a implementar um programa para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O Acordo de Paris obriga os países a abandonarem os subsídios diretos e ocultos aos combustíveis fósseis, bem como mudar gradualmente para a energia renovável. Ao mesmo tempo, representantes da Rússia não planejam “assumir obrigações de abandonar hidrocarbonetos como forma de reduzir emissões”.