Um dispositivo construído especificamente que emite odores, bem como análise baseada em aprendizado de máquina
O estudo descobriu que as informações sobre cheiros no cérebro não estão relacionadas à percepção nos estágios iniciais do processamento.A percepção ocorreu mais tardiamente, e os odores desagradáveis foram processados mais rapidamente do que os agradáveis.
Uma equipe da Universidade de Tóquio criouum dispositivo especial que pode transmitir com precisão e pontualidade 10 odores diferentes. Os aromas foram oferecidos aos participantes, que avaliaram sua agradabilidade usando bonés não invasivos de eletroencefalograma (EEG) que registram sinais dentro do cérebro. A equipe conseguiu então processar os dados de EEG usando análise de computador baseada em aprendizado de máquina para ver pela primeira vez quando e onde uma variedade de odores foi processada no cérebro com alta resolução temporal.
Problemas com a percepção do olfato podem ser um sintoma precoce de doenças neurodegenerativas, portanto, descobrir a base neural da percepção do olfato pode ajudar a entender melhor essas doenças no futuro.
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