Uma equipe internacional de cientistas publicou a maior imagem no infravermelho próximo já registrada.
O Telescópio Espacial Hubble mostrou o espaço combinando várias imagens em uma só. Foto: Ivelina Momcheva
Uma pré-impressão do artigo, a ser publicada no The Astrophysical Journal, está disponível no arXiv.
“O programa 3D-DASH amplia o legado do Hubbleno campo da imagem de grandes áreas, para que possamos começar a desvendar os mistérios das galáxias além da nossa”, explica Lamia Moula, do Dunlap Research Institute for Astronomy and Astrophysics da Universidade de Toronto e principal autora do estudo.
Uma seção do céu obtida usando 3D-DASH mostra os objetos mais brilhantes e raros do Universo.
Foto: Gabe Brammer
O programa torna as imagens mais rápidas que o normaltécnica, oito tiros em vez de um. Como resultado, não são necessárias 2.000, mas 250 horas para concluir o mesmo trabalho. O 3D-DASH cobre uma área total quase seis vezes o tamanho da Lua no céu vista da Terra. Este recorde provavelmente permanecerá ininterrupto pelo sucessor do Hubble, que foi projetado para imagens em close-up sensíveis à luz.
Galáxias dos últimos 10 bilhões de anos documentadas em 3D-DASH, criadas usando imagens 3D-DASH/F160W e ACS-COSMOS/F814W. Foto: Lamiya Mowla
No infravermelho próximo, os astrônomos poderão observar as primeiras galáxias que estão mais distantes da Terra.
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