A equipe de pesquisa programou dois robôs – uma figura humanóide e um braço robótico –
“A recente pandemia demonstraa necessidade de minimizar a interação humana entre profissionais de saúde e pacientes. Os robôs sensoriais têm a capacidade de medir informações importantes de saúde em nome dos prestadores de cuidados de saúde no futuro.”
Woo Soo Kim, Professor Associado, Departamento de Sistemas Mecatrônicos, Simon Fraser University.
O robô humanóide também pode controlar o níveloxigênio que pode ser usado para monitorar aqueles que desenvolvem COVID-19 grave. Os dados podem ser visualizados em tempo real em um monitor de robô ou enviados diretamente para um provedor de saúde.
Os cientistas estão planejando um maior desenvolvimento etestando o robô com profissionais de saúde. Nesse estágio, os robôs podem coletar passivamente informações sobre os pacientes. Mas, na próxima década, é inteiramente possível que robôs médicos movidos a IA possam desempenhar um papel mais ativo, interagindo com o paciente, processando os dados coletados e até mesmo prescrevendo medicamentos.
Pesquisas futuras também exigirão a determinação dos níveis de aceitação desse tipo de tecnologia entre as diferentes faixas etárias - de jovens a idosos - em um ambiente hospitalar.
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