Uma inovação desenvolvida pela Universidade de Waterloo permite criar imagens que
Nossa pesquisa mostra que esta nova tecnologia tem potencial promissor para melhorar o rastreamento, o prognóstico e o planejamento do tratamento do câncer.
Alexander Wang, pesquisador canadense de inteligência artificial
e imagens médicas e professor de engenharia de sistemas
na Universidade de Waterloo
O “empacotamento” desigual de células leva aàs diferenças no movimento das moléculas de água no tecido canceroso em comparação com o tecido saudável. A nova tecnologia de imagem por difusão sintética correlacionada destaca essas diferenças ao capturar, sintetizar e combinar sinais de ressonância magnética com diferentes intensidades de pulso gradiente e sincronizá-los.
Em comparação com os métodos padrão de ressonância magnética,A imagem de difusão correlacionada sintética delineia melhor os grandes tecidos cancerosos, tornando-se uma ferramenta potencialmente poderosa para médicos e radiologistas, observam os cientistas.
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