Estamos falando do metabólito IAA, produzido pela família de bactérias intestinais Ruminococcaceae. Afeta a morte dos nervos
A equipe decidiu realizar um experimento paraentender como esse metabólito afeta a função cerebral. Os autores pegaram ratos velhos e descobriram que, com a idade, o número de bactérias Ruminococcaceae e do metabólito IAA no corpo aumenta.
O próprio metabólito se liga à região promotora do gene S100A8, então o gene é expresso, e então a formação de corpos apoptóticos e a morte das células nervosas.
Para descobrir as consequências da entrada do IAA no cérebro, os autores do trabalho administraram oralmente um medicamento contendo esse metabólito em camundongos jovens e saudáveis e observaram a reação.
Como resultado de vários comportamentos etestes cognitivos revelaram que a exposição ao IAA levou a uma perda da função cognitiva: os roedores pioraram na aprendizagem de navegar num labirinto e reconhecer objectos. O efeito oposto foi observado quando os cientistas bloquearam o efeito do IAA na microglia em ratos idosos: isto provocou melhorias na memória e na aprendizagem espacial.
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