Cientistas da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) disseram ter conduzido uma pesquisa preliminar
Cerca de 3 gramas de grânulos pretos retirados da superfícieRyugu durante o pouso da Hayabusa 2 em um asteróide em abril de 2019. Cerca de 2 gramas de fragmentos maiores de até 1 centímetro de tamanho foram recuperados abaixo da superfície da cratera. Foi criado pela própria espaçonave quando pousou pela segunda vez.
Com base na análise dos dados transmitidosHayabusa 2, usando um espectrofotômetro de infravermelho próximo, os cientistas da JAXA descobriram que o asteróide foi exposto a temperaturas extremamente altas, tanto na superfície quanto abaixo dela. Talvez devido a uma fonte interna de calor ou colisões planetárias, ao invés do calor do sol.
Kohei Kitazato, um cientista planetário da Universidade Aizu que trabalha com a JAXA, disse que sua equipe encontrou sinais de calor superior a 300 ° C.
Ele acrescentou que o solo subterrâneo não seria capaz de atingir essa temperatura apenas por causa do calor do sol.
JAXA dá continuidade ao estudo inicial de amostrasasteróides. Os cientistas também vão estudar possíveis vestígios de matéria orgânica na esperança de que ajudem a compreender a origem do sistema solar e da vida na Terra.
Depois do estudo no Japão, algumas amostras serão doadas à NASA e outras agências espaciais internacionais para pesquisas adicionais.
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