Os autores do trabalho desenvolveram quatro rastreadores de estrelas. Essas câmeras aéreas capturam o céu a cada trimestre
Nas fotografias, os autores viram partículas de poeira que atingiram a missão Juno a uma velocidade de cerca de 16 mil km por hora. Eles quebraram pedaços submilimétricos da espaçonave.
Os autores do trabalho notaram que a maioria das colisões de poeira foram registradas entre a Terra e o cinturão de asteroides, com descontinuidades na distribuição associadas à influência da gravidade de Júpiter.
Até agora, os cientistas não foram capazes de medirdistribuição dessas partículas de poeira no espaço. Os detectores de poeira dedicados tinham áreas de coleta limitadas e, portanto, sensibilidade limitada. Basicamente, eles contaram as partículas de poeira mais abundantes e muito menores do espaço interestelar.
Quanto à borda externa localizadacerca de duas unidades astronômicas (UA) do Sol (1 UA de distância entre a Terra e o Sol), então termina logo atrás de Marte. O único objeto conhecido em uma órbita quase circular é Marte, então só ele pode ser a fonte dessa poeira.
Embora existam agora evidências convincentesEmbora Marte seja o planeta mais poeirento que conhecemos e seja também a fonte da luz zodiacal, os autores ainda não conseguem explicar exatamente como a poeira conseguiu escapar das garras da gravidade marciana. O trabalho nessa direção continua.
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