Cientistas da Universidade Nacional de Singapura descobriram uma nova forma de produzir carne artificial.
Em seu trabalho, cientistas de Cingapura usaramcampo magnético pulsado. Em resposta a uma curta exposição de 10 minutos a campos magnéticos, as células liberam uma variedade de moléculas que possuem propriedades regenerativas, metabólicas, anti-inflamatórias e imunológicas, explicam os autores.
Instalação para produção de secretomas musculares. Foto: NUS
Essas substâncias - "segredos" - podem ser usadaspara estimular o crescimento e desenvolvimento de células musculares artificiais em vez de soro de leite. Os pesquisadores observam que o método proposto é muito mais barato que o tradicional. Ao mesmo tempo, é menos rígido, pois não exige o abate de animais e exclui a transmissão de doenças de doadores de soro.
Tradicionalmente para a produção de carne artificialas células animais são colocadas em um soro especial que as ajuda a crescer e se multiplicar. Via de regra, trata-se de uma mistura obtida a partir do sangue de fetos cortados de vacas gestantes abatidas na produção tradicional de carnes ou laticínios.
Métodos novos (esquerda) e tradicionais (direita) de produção de carne artificial. Foto: NUS
Os autores também mostraram que o valor obtidosecret pode ser usado não apenas na produção, mas também na medicina regenerativa. Com a ajuda dessas substâncias, eles aceleraram a recuperação das células danificadas.
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