Os cientistas presumiram que essas bactérias poderiam ser benéficas, uma vez que a dieta das vacas contém substâncias naturais
Na retina do rúmen de uma vaca existe um enormecomunidade microbiana: é responsável pela digestão dos alimentos. Então levantamos a hipótese de que o trabalho deles poderia ser usado para hidrolisar o poliéster, um tipo de reação química que leva à decomposição. Ou seja, esses microrganismos já podem destruir materiais semelhantes ao plástico, podendo ser utilizados para o descarte desse tipo de resíduo.
Doris Ribich, doutora pela Universidade de Recursos Naturais e Ciências da Vida
Ribitsch e colegas analisaram três tipos de poliésteres:
- O tereftalato de polietileno, comumente conhecido como PET, é um polímero sintético comumente usado em têxteis e embalagens.
- PBAT (abreviado polibutileno adipato polietileno tereftalato) é um copolímero biodegradável aleatoriamente
- furanoato de polietileno, um material de base biológica feito de recursos renováveis.
Em seguida, os autores obtiveram um fluido de cicatriz, extraíram microrganismos dele e os aplicaram em três tipos de plásticos para entender como o plástico se quebraria de maneira eficaz.
Os resultados mostraram que todos os três plásticos podem ser decompostos por microorganismos do estômago das vacas, com os pós plásticos se decompondo mais rapidamente do que os filmes plásticos.
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