A maior parte dos danos dentro dos reatores nucleares é tão pequena que não sucumbiu aos anteriores
Em vez de observar diretamente a estrutura física do material em questão, a nova abordagem examinaQualquer perturbação na estrutura ordenada dos átomos dentro do material, como a causada pela exposição à radiação ou estresse mecânico, realmente transmite aoexcesso de energia, explicam os cientistas.
O método proposto pelos engenheiros é baseado na estimativadiferença de energia. Uma vez determinada a mudança, os cientistas calculam a quantidade total de danos no material, mesmo que sejam defeitos em escala atômica que não possam ser observados.
O método que eles usam é chamadocalorimetria de varrimento diferencial. A amostra a ser estudada é colocada em uma câmara especial com duas células idênticas. Os pesquisadores aumentam gradualmente a temperatura e medem como a energia muda na câmara vazia e na câmara com a amostra.
Para testar sua tecnologia, os pesquisadoresestudou uma porca de titânio recuperada de um reator nuclear. Os resultados dos experimentos mostraram que o novo método é cinco vezes mais sensível a defeitos do que os existentes.
Os pesquisadores acreditam que com o novoA tecnologia pode prolongar a vida útil dos reatores nucleares de 40 a 60 para 100 anos. Para que tal aumento ocorra com segurança, é necessário controlar a qualidade dos materiais. Ao avaliar constantemente sua condição, os defeitos podem ser identificados em tempo hábil e os elementos individuais podem ser removidos antes que algo inesperado aconteça.
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