A principal diferença entre a mutação SARS-CoV-2 e outros vírus é nomeada

Sabe-se agora que o novo tipo de coronavírus acumula mutações quase na mesma proporção

vírus influenza. Mas como eles aparecem e influenciam o genoma do vírus permanece desconhecido. Todas as teorias levantam questões e levam a debates acalorados.

Em um novo estudo, biólogos lideraramO professor Dominik Kwiatkowski, do Instituto Sanger, estudou cuidadosamente como as mutações se acumulam no genoma do coronavírus. Os pesquisadores conseguiram decifrar a estrutura do RNA de vários milhares de partículas de SARS-CoV-2 e compará-las entre si. Os cientistas observaram como o novo tipo de coronavírus muda durante a transmissão de pessoa para pessoa e também descobriram se ele muda durante o desenvolvimento da infecção no corpo de um indivíduo.

A análise mostrou que o vírus sofre mutação de cerca de uma mesma velocidade que com «externo» transmissão e no corpo humano. Os cientistas também descobriram que as mutações no genoma do SARS-CoV-2, em sua maior parte, não surgem devido a erros aleatórios durante sua cópia. Isso é típico da maioria dos vírus conhecidos. Quando se trata de um novo tipo de coronavírus, o acúmulo de mutações ocorre em decorrência de dano ou edição incorreta de uma cópia pronta do RNA do vírus.

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