Um grupo de cientistas da Escola de Engenharia da Universidade Tufts (EUA) desenvolveu uma nova tecnologia de filtragem de água.
Conforme relatado em Proceedings of theNa Academia Nacional de Ciências, os pesquisadores demonstraram que as novas membranas poliméricas podem separar o fluoreto do cloreto e de outros íons com o dobro da eficiência dos métodos anteriores. A tecnologia pode remover o flúor tóxico da água, onde o elemento é encontrado em concentrações muito altas para consumo humano, disseram.
Os cientistas notaram que em algumas fontesNas águas subterrâneas, os níveis naturais de flúor são tão altos que podem causar sérios problemas de saúde. A exposição a longo prazo ao excesso de flúor pode causar fluorose, uma condição na qual os dentes enfraquecem e os tendões, ligamentos e ossos são afetados. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que concentrações excessivas de flúor na água potável causaram dezenas de milhões de casos de fluorose dentária e óssea em todo o mundo.

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Capacidade de remover flúor usando relativamenteuma membrana de filtro barata pode proteger milhões de pessoas contra a fluorose. A tecnologia não requer instalações caras: os cientistas não filtram a água sob alta pressão e não removem todos os componentes, seguido pela remineralização da água potável.
"O potencial das membranas íon-seletivas para reduziro excesso de flúor na água potável é muito alto”, observa Ayse Asatekin, professora assistente de engenharia química e biológica e coautora do estudo. “Mas a utilidade potencial da tecnologia vai além da água potável e pode resolver outros problemas. O método que usamos para produzir as membranas é facilmente escalável para aplicações industriais.”
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