A cepa P681H começou a ocorrer em amostras de fluidos de pacientes por volta de novembro de 2020, mas vestígios dela
a existência pode ser detectada em amostras de águas residuais coletadas já em outubro.
Texto de pesquisa
Também esclarece que essa mutação, presumivelmente, contribui para a aceleração da disseminação do novo tipo de coronavírus, ao mesmo tempo em que não o torna mais resistente aos anticorpos.
Analisando amostras de diferentes cidades de Israel,que foram coletados entre agosto de 2020 e janeiro de 2021, os cientistas notaram que eles continham um número invulgarmente grande de fragmentos do genoma de um novo tipo de coronavírus com a mesma mutação, P681H.
Neta Zuckerman da Central VirologyOs laboratórios do Ministério da Saúde israelense, junto com uma equipe de cientistas, sugeriram que o P681H torna o vírus mais infeccioso. Portanto, os biólogos estão interessados em saber o quanto essa mutação é comum entre os habitantes de Israel.
Segundo Zuckerman e seus colegas, a nova mutação ainda não afetou o número de infecções nem a frequência de hospitalizações de seus portadores. Os autores do novo trabalho continuam monitorando a nova cepa.
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