Os pesquisadores explicaram que a edição genética CRISPR já está ajudando a combater doenças que antes eram
O tratamento experimental visa o combateuma doença genética rara - amiloidose transtirretina. Cientistas injetaram nanopartículas de CRISPR em voluntários, que foram absorvidas pelo fígado dos pacientes, editando um gene naquele órgão para interromper a produção da proteína nociva. O nível dessa proteína caiu algumas semanas após a injeção, salvando os pacientes de doenças que podem destruir rapidamente os nervos e outros tecidos do corpo.

Principais desafios para os geneticistas: Oncologia, doenças antienvelhecimento e doenças poligênicas
Apenas seis pessoas participaram do teste, ea equipe de pesquisa ainda precisa realizar estudos de longo prazo para verificar possíveis efeitos negativos. No entanto, se este método se mostrar viável em grande escala, ele pode ser usado para tratar doenças para as quais os métodos CRISPR existentes são inaplicáveis, de Alzheimer a doenças cardíacas.
No entanto, alguns já estão desconfiados do potencialabuso de CRISPR e injeções tornará muito mais fácil fazer alterações questionáveis. No entanto, quando usada corretamente, a nova técnica CRISPR pode prevenir doenças que estão sofrendo e que antes eram consideradas inevitáveis.
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