O dispositivo detecta uma parte do espectro infravermelho chamada luz de ondas curtas (comprimento
O renderizador ilumina o objeto completamente ouparte por luz infravermelha de ondas curtas. Em seguida, ele converte luz infravermelha de baixa energia, que é refletida de volta para o dispositivo, transformando-se em ondas curtas e de alta energia. Eles podem ser detectados pelo olho humano.
Os cientistas acrescentaram que o novo desenvolvimento permiteveja através da poluição e do nevoeiro. Também ajudará a mapear os vasos sanguíneos de uma pessoa e ao mesmo tempo monitorar a frequência cardíaca sem tocar a pele humana. Esses são apenas alguns dos recursos do novo dispositivo, que foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego.
Embora a tecnologia de imagem infravermelhajá existe há décadas, a maioria dos sistemas são caros, volumosos e complexos e geralmente requerem uma câmera e um monitor separados. Eles são comumente usados com semicondutores inorgânicos, que são caros, resistentes e compostos de elementos tóxicos como arsênio e chumbo.
O dispositivo de imagem consiste emvárias camadas semicondutoras, cada uma com centenas de nanômetros de espessura, empilhadas umas sobre as outras. Três dessas camadas, cada uma composta por diferentes polímeros orgânicos, são os principais elementos do dispositivo: um fotodetector, diodo orgânico emissor de luz (OLED) e uma camada de bloqueio de elétrons.
A camada fotodetectora absorve ondas curtasluz infravermelha e, em seguida, gera uma corrente elétrica. Essa corrente flui para a camada OLED, onde é convertida em uma imagem visível. A camada intermediária de bloqueio eletrônico evita que a camada de display OLED perca corrente. Isso é o que permite que o dispositivo receba uma imagem mais nítida.
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