Novo exoesqueleto reduz o estresse humano ao caminhar

Caminhar em si tem um custo metabólico. A energia é gasta de forma diferente em diferentes partes dos pés,

pernas, pélvis e tronco.Pesquisas anteriores também mostraram que durante cada passo, a perna levantada no ar deve aplicar uma força de frenagem ao pousar para evitar que a pessoa caia para frente. É esta ação que sobrecarrega especialmente os músculos, uma vez que eles devem ficar tensos e manter a força de frenagem, além de alongar-se ligeiramente.

No novo trabalho, os cientistas usaram a inibiçãosistemas mecânicos, desenvolvendo um exoesqueleto que assume parte da inibição que ocorre durante a caminhada e, portanto, reduz os custos metabólicos gerais da caminhada.

Ao desenvolver o exoesqueleto, os pesquisadoresprocuravam capturar parte da energia perdida durante a caminhada, então adicionaram um pequeno gerador. Possui cabos que se prendem às pernas e se apertam quando a perna entra na posição de frenagem. A resistência do gerador cria uma leve força de frenagem, liberando o pé de todo o trabalho. Assim, o exoesqueleto não só reduz os custos metabólicos ao caminhar, mas também produz uma pequena quantidade de eletricidade - 0,25 W por ciclo de caminhada.

Os testes mostraram que o exoesqueleto encurtacarga de pedestres em apenas 3,3%. No entanto, os autores do estudo observam que isso é suficiente - as pessoas que percorrem longas distâncias notaram a diferença.

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