As águas residuais podem transportar altas concentrações de microplásticos para o meio ambiente. Essas pequenas partículas
Assim, a equipe de pesquisa decidiu quebrar as partículas microplásticas por meio da oxidação eletrolítica, processo que não requer adição de produtos químicos.
“Usando eletrodos, geramos hidroxilaradicais (*OH) que atacam os microplásticos. Esse processo é ecologicamente correto: decompõe as partículas em CO₂ e moléculas de água, que não são tóxicas para o ecossistema”, explica o pesquisador.
O professor Drogi prevê o uso dessa tecnologia diretamente nos efluentes de lavanderias comerciais, que são a fonte de emissões de microplásticos no meio ambiente.
Testes laboratoriais de água contaminada artificialmente com poliestireno mostraram eficiência de decomposição de 89%. A equipe planeja passar para experimentos em condições reais.
Se a tecnologia demonstrar suaeficiência, os cientistas conduzirão pesquisas para determinar o custo do tratamento e adaptar a tecnologia para tratar grandes volumes de águas residuais. Em poucos anos, essa tecnologia poderá ser implantada em lavanderias.
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