Pesquisadores da Universidade Nacional Australiana estão usando ressonadores em nanoescala para
Microscópios de luz convencionais são capazes de estudarapenas objetos não maiores que um décimo de milionésimo de metro, explicam os cientistas. Estudos mais complexos requerem o uso de microscopia de ultra-alta resolução ou microscopia eletrônica, que são tecnologias caras e lentas.
Pesquisadores usam ressonadores paraaumentar a frequência das oscilações de luz em um microscópio óptico e, consequentemente, observar objetos menores. Os raios de luz, que percebemos como diferentes cores do arco-íris, são ondas eletromagnéticas que vibram em diferentes frequências: do baixo (vermelho) ao alto (violeta).
Alterando a frequência de radiação usando um ressonador. Imagem: Anastasiia Zalogina et al., Science Advances
Os pesquisadores sugerem aumentar a frequência paraultravioleta extremo: ondas com frequência tão alta têm comprimento de onda mais curto e, portanto, podem "mostrar" objetos minúsculos. Em uma série de experimentos, os pesquisadores demonstraram que um pequeno ressonador de arseneto de gálio e alumínio (AlGaAs) aumentou a frequência da radiação detectada por câmeras e outros instrumentos em até sete vezes.
Os pesquisadores observam que essas fontesradiação ultravioleta extrema pode ser usada, por exemplo, na indústria de semicondutores. Na produção de minúsculos chips, eles podem monitorar e diagnosticar qualquer problema em tempo real. Além disso, eles podem ser usados para estudar a estrutura de células, vírus e outras minúsculas estruturas biológicas.
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