É importante monitorizar os casos de malária, mas a recolha e análise de amostras de sangue pode ser
O dispositivo de prova de conceito foi desenvolvido por uma equipe da Universidade de Queensland, na Austrália, liderada pela Dra. Maggie Lord.
O espectrômetro portátil direciona um feixe de luz infravermelha no lóbulo da orelha ou na ponta do dedo do paciente.
Foto: Universidade de Queensland
A luz infravermelha penetra na pelefluxo sanguíneo, e a luz que é refletida é o indicador. A malária infecta os glóbulos vermelhos, causando alterações estruturais e químicas, incluindo a presença de proteínas específicas do parasita. Os cientistas levantaram a hipótese de que essas mudanças levariam a assinaturas únicas em pessoas infectadas.
Depois que o dispositivo processar a assinaturaluz refletida, ele transmite dados sem fio para um smartphone emparelhado. Um aplicativo especial mostra os resultados em tempo real, informando ao usuário se o paciente está infectado com o parasita da malária.
Em sua forma atual, o espectrômetro custa cerca de US$ 2.500, mas se pagará rapidamente em um cenário da vida real, os autores do desenvolvimento têm certeza.
A malária é uma doença que ameaça a vidacausada por parasitas que são transmitidos aos humanos através da picada de fêmeas infectadas do mosquito Anopheles. A malária é evitável e tratável. Segundo estimativas da OMS, ocorreram 241 milhões de casos de malária em todo o mundo em 2020.
No mesmo ano, estima-se que 627 mil pessoas morreram de malária.
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Na capa: foto de células de malária, crédito: Dr. Mae Melvin, USCDCP