Cientistas planetários do Instituto de Tecnologia de Massachusetts desenvolveram um método para mapear
Os cientistas usaram simulações de computador,para entender como os asteróides se comportam durante a aproximação mais próxima de objetos maiores. Descobriu-se que a forma e o tamanho de um objeto espacial afetam como sua órbita e rotação mudam sob a influência da gravidade de um corpo massivo. Ao medir a velocidade angular de um objeto, pode-se reconstruir a distribuição de densidade.
Os pesquisadores observam que a estrutura internaO asteróide fornece aos cientistas uma riqueza de informações sobre sua composição e evolução. Mas a maioria dos métodos modernos de observação de objetos espaciais não permite que você olhe para dentro. O programa AIME, desenvolvido por cientistas planetários, ajudará a resolver esse problema.
Para cálculo correto com alta precisãovárias condições devem ser atendidas simultaneamente, acrescentam os autores. Em primeiro lugar, o mapeamento é sensível à precisão das medições, por exemplo, a estimativa do período de rotação deve ser realizada com um erro não superior a 0,27 s. E, em segundo lugar, as mudanças serão significativas apenas com uma aproximação muito próxima: o perigeu (o ponto da órbita mais próximo da Terra) deve estar a uma distância não superior a 18 raios terrestres do nosso planeta.
Pesquisadores dizem que novo método pode ajudaré melhor planejar missões para proteger a Terra de colisões externas, como o DART, que a NASA conduziu recentemente. Conhecer a distribuição de massa dentro de um objeto torna mais fácil encontrar o ponto de impacto correto para mudar a órbita.
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