Pesquisadores criam estrelas de ouro em nanoescala

Os nanomateriais metálicos possuem propriedades ópticas interessantes chamadas plasmônicas,

diz Chun-Long Chen, um dos pesquisadores. Em particular, já se sabe que nanomateriais metálicos em forma de estrela podem ser úteis na detecção de bactérias patogênicas.

Para criar essas nanopartículas incríveis, a equipe ajustou cuidadosamente as sequências de peptóides, um polímero semelhante a uma proteína sintética programável.

“Os peptóides oferecem uma vantagem única emalcançar o controle em nível molecular”, dizem os pesquisadores. Eles mantêm as partículas finas de ouro unidas para formar partículas de Au quíntuplas e duplicadas em forma de estrela com cinco pontas regulares, enquanto estabilizam as facetas da estrutura cristalina.

Nanopartículas de ouro em forma de estrela

Cientistas do noroeste do PacíficoO Laboratório Nacional do Departamento de Energia (PNNL) e a Universidade de Washington (UW) usaram microscopia eletrônica de transmissão avançada (TEM) para “ver” a formação de estrelas em solução em nanoescala. Este método forneceu uma visão mecanicista profunda sobre como os peptóides controlam o processo e revelou o papel da fixação de partículas e da estabilização de facetas no controle da forma.

Tendo montado sua constelação em nanoescala,Os pesquisadores então usaram simulações de dinâmica molecular para capturar um nível de detalhe que não poderia ser obtido em experimentos e para explicar por que peptóides específicos controlavam a formação de estrelas perfeitas.

“Você precisa ter uma compreensão molecularnível para formar esta bela partícula em forma de estrela com propriedades plasmônicas interessantes”, Chen disse. As simulações podem construir uma compreensão teórica de por que certos peptóides criam certas formas.

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