Equipe de pesquisa do Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia liderada por Chung Ho Yoon e Chong-Yun
Segundo os pesquisadores, a inclusão no materialum pequeno número de átomos de prata leva à formação de filamentos nanométricos fracamente condutores. O circuito elétrico formado por tais filamentos se abre rapidamente com a liberação de calor. Se um grande número de partículas de prata estiver incluído no material, o circuito elétrico formado por essas partículas será estável.
Fonte: Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia
Os cientistas usaram essa característica da prata emdesenvolvendo seu dispositivo, dependendo da força da estimulação, uma quantidade diferente de partículas de prata é alimentada no sensor. No caso de exposição prolongada a um estímulo fraco, a corrente elétrica no sistema diminui com o tempo, mimetizando a adaptação. No entanto, quando expostos a um forte estímulo, são gerados fortes sinais elétricos que causam dor.
“A importância deste estudo está no fato de queque, além da capacidade dos dispositivos eletrônicos de imitar a dor, eles podem se adaptar facilmente a estímulos fracos que são inofensivos ao corpo humano”, observa Chong-Yun Kang.
Os cientistas acreditam que seu desenvolvimento ajudará na criação de pele artificial, órgãos internos e robôs humanóides.
Foto da capa: Ciência Avançada, Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia
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