Os cientistas observaram que os exoplanetas geralmente são pesquisados apenas na "zona Cachinhos Dourados" (zona habitável).Isso é o que
Agora o pesquisador Masahiro Ikoma daO Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ) modelou a formação de planetas em torno de anãs vermelhas e descobriu que uma porcentagem pequena, mas notável, desses planetas provavelmente contém água, tornando-os semelhantes à Terra. Um modelo chamado JWST pode ser aplicado a qualquer parte do espaço.
Muita água na atmosferaplanetas podem levar a um efeito estufa, quando as temperaturas da superfície ficam muito altas, não importa o quão longe o planeta esteja de sua estrela-mãe. Também resulta em "mundos aquáticos" que não têm terra, eliminando uma das importantes épocas evolutivas pela qual a vida na Terra passou. Ao mesmo tempo, em planetas onde há pouca água, não há elemento essencial à vida e podem se tornar semelhantes a Marte, que perdeu a maior parte de seu líquido sob a influência do vento solar.
Os cientistas notaram que apenas alguns por centoos planetas que se formam na zona habitável terão água suficiente para potencialmente abrigar vida. Mas isso evitará que a comunidade científica estude cada objeto separadamente e economize dezenas de milhares de horas.
Se essas estimativas estiverem corretas, caçadores de planetas como TESS e PLATO poderão encontrar alguns antes do final da década. E quando forem encontrados, o JWST poderá determinar se eles têm água na atmosfera.
Até agora, os modelos de formação planetária indicaramque a maioria dos planetas se forma com muita ou pouca água. Isso foi especialmente perceptível perto do tipo mais comum de estrela na galáxia, as anãs vermelhas.
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