Vice-Presidente da Academia Russa de Ciências de Mísseis e Artilharia para Política de Informação,
Sivkov acredita que na Rússia não hárecursos financeiros e tecnológicos para criar soluções que possam competir com os mais recentes navios americanos. Portanto, é melhor que o país se concentre na criação de armas menores, com um deslocamento de cerca de 40 mil toneladas e com a capacidade de colocar 40 aeronaves calculadas no convés. O especialista disse ainda que esse navio deve estar equipado com uma usina de turbina a gás e uma catapulta.
Lembre-se de que um pouco antes, em fevereiro, a revista americana The National Interest divulgou material em que ele compartilhava sua opinião de que a Rússia é uma potência terrestre extraordinária.