Cientistas planetários da Suíça e Alemanha apresentaram os resultados da modelagem computacional do desenvolvimento de planetas
Pesquisadores estudaram como a evolução e os cicloscontinentes e a água podem influenciar o desenvolvimento de exoplanetas terrestres. Os resultados de seus modelos mostram que os planetas têm cerca de 80% de chance de serem principalmente terrestres e 19% de chance de serem principalmente mundos aquáticos. Apenas cerca de 1% dos planetas podem ter uma proporção igual de terra e oceano, como na Terra.
Simulação por computador de diferentes tipos de planetas terrestres. Imagem: T. Roger, Europlanet 2024 RI
Os modelos numéricos sugerem que as médiasas temperaturas da superfície não diferirão muito em diferentes tipos de mundos. A diferença máxima deve ser de cerca de 5 ° C, mas o clima será significativamente diferente. O mundo oceânico, que tem menos de 10% de terra, deve ser úmido e quente. O clima em tal planeta deve ser uma reminiscência da era dos trópicos universais, que chegaram à Terra após uma colisão de asteróides que levou à morte dos dinossauros.
Mundos continentais onde os oceanos são menos30%, ao contrário, terão um clima mais frio, seco e severo. A maior parte da terra em tais mundos deveria ser ocupada por desertos frios. Parece a Terra durante a última era glacial, acrescentam os cientistas.
Condições únicas se desenvolveram na Terra devido aequilíbrio entre a erosão dos continentes devido ao intemperismo e o crescimento dos continentes como resultado da atividade vulcânica. A probabilidade de coincidência de fatores favoráveis é muito baixa, acreditam os autores do trabalho.
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Imagem da capa: Trent Schindler, National Science Foundation, domínio público, via Wikimedia Commons