Cientistas descobriram como fazer uma vacina universal contra a gripe

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego criaram um modelo computacional do vírus H1N1 em uma base atômica

nível. Ajuda a identificar suas novas vulnerabilidades com base na movimentação dos movimentos da glicoproteína. O modelo será útil para o desenvolvimento de vacinas contra influenza e medicamentos antivirais.

Os principais alvos da vacina contra a gripeexistem duas glicoproteínas de superfície - hemaglutinina (HA) e neuraminidase (NA). Enquanto a proteína HA ajuda o vírus a se ligar à célula hospedeira, a NA atua como uma tesoura. Ele corta o HA da membrana celular, permitindo que o vírus se multiplique. Embora as propriedades de ambas as glicoproteínas já sejam conhecidas pelos cientistas, ainda não se sabe muito sobre como elas se movem.

Tradicionalmente, as vacinas contra a gripe têm como alvo"cabeça" da proteína HA com base em imagens estáticas. Neles ele parece denso e inativo. Porém, o novo modelo mostrou a natureza dinâmica do AH e do movimento de “respiração”. Graças a ele, os cientistas notaram uma área até então desconhecida da resposta imunológica.

Os dados serão úteis para aprender mais sobremovimento, crescimento e desenvolvimento do vírus da gripe e, em última análise, criar uma vacina universal contra o vírus. “Estamos interessados ​​​​principalmente em HA e NA, mas existem outras proteínas, o canal iônico M2, interações de membrana, glicanos e muitos outros objetos e aspectos que valem a pena estudar”, concluem os cientistas.

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Na capa: modelagem computacional do vírus influenza H1N1
Crédito: Lorenzo Casalino/Amaro Lab/UC San Diego