Pesquisadores do Centro de Genômica e Biologia de Sistemas da Universidade de Nova York em Abu Dhabi com sucesso
Cientistas germinam sementes para criar novasplantas viáveis. Eles então sequenciaram os genomas de espécimes de plantas antigas agora germinados e usaram os dados para estudar a genética de tamareiras anteriormente extintas.
Assim, pela primeira vez, os cientistas conseguiram sequenciar o genoma de uma planta extinta.
Os autores do trabalho notaram que tiveram sorte porqueAs sementes de tamareira podem viver por muito tempo – neste caso, mais de 2 mil anos – e germinar com danos mínimos ao DNA no ambiente seco da região.” Os cientistas chamam a abordagem da “genómica da ressurreição” de “uma forma extremamente eficaz de estudar a genética e a evolução de espécies passadas e possivelmente extintas”. “Ao reviver material biológico – sementes antigas de sítios arqueológicos, paleontológicos ou coleções históricas, podemos não apenas estudar os genomas de populações perdidas, mas também redescobrir genes que já desapareceram”, concluem os cientistas.
Lembre-se de tamareiras (Phoenix dactylifera)- uma das mais antigas safras cultivadas na Mesopotâmia no quarto milênio AC. O Reino de Judá, que surgiu no século 11 na parte sul do Reino de Israel, é amplamente famoso por seus bosques de tamareiras.
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